“Se não há uma camada de alegria ligada ao projeto que vai além do seu objetivo original, então falhei.” (Paula Scher)

Paula Scher nunca gostou do uso de cores no interior de linhas. Mesmo nos seus primeiros dias como aluna de design na Escola de Arte Tyler, em Filadélfia, “Eu senti que eu estava sendo forçada a limpar o meu quarto”.

Em 1970, Paula Scher instala-se em New York, a capital americana do design. Passa 10 anos a trabalhar na empresa CBS Records a ilustrar capas de discos. Finalmente decide criar, em parceria com Terry Koppel, o seu próprio estúdio e começa a desenhar capas de livros, cartazes e packaging. Em 1991, torna-se associada do gigante da publicidade Pentagram. Passa a definir a CI do Public Theater de New York.

Desde então Scher transformou-se numa lenda do design gráfico, com uma carreira que se estende das capas instantaneamente reconhecíveis dos discos de Billy Joel a conquista do prémio da campanha de identidade para o Teatro Público e também no seu trabalho como sócia da Pentagram.

A sua habilidade de unir a vibrante acessibilidade pop – “Eu sempre tentei adotar a perspectiva do user de primeira vez”, – vernáculos visualmente recentes e caractéres históricos são o segredo da identidade fora do comum de suas campanhas.

Entre os clientes de PS contam-se o Museu Americano de História Naturale a Herman Miller.

Paula Scher, que lecionou na Escola de Artes Visuais de New York nos últimos 18 anos, ganhou centenas de prémios de design e citações, incluindo quatro indicações ao Grammy e o Prémio Beacon.

Em 1998, ela foi indicada para o Hall of Fame do Clube de Diretores de Arte.

Publicações:

Looking Closer: Critical Writings on Graphic Design (Olhando Mais de Perto: Escritos Críticos Sobre Design Gráfico) – Editora Allworth, (1994),

Os seus trabalhos estão representados em vários museus, incluindo o Museu de Arte Moderna de New York e o Centro Georges Pompidou em Paris.

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Adoro produção gráfica, nasci brincando em gráfica e descidi compartilhar essas coisas, existem tantas coisas tontas que mostram a vida de todo mundo, e porque não mostrar meus gostos?

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