Profissionais traçam panorama sobre mercado de design de embalagens

O ano de 2010 começa com boa expectativa para o mercado de design de embalagens brasileiro. Além dos projetos de renovação e atualização de produtos já existentes, a tendência é de que nos próximos meses haja um aumento no número de lançamentos. A maioria das empresas de consumo retomou projetos principalmente no segundo semestre de 2009 e a perspectiva para 2010 é de que exista uma contínua retomada no movimento de negócios.

O Brasil está entre os cinco países que mais lançam embalagens em quase todas as categorias de consumo. Segundo um levantamento do Laboratório de Embalagem da ESPM, que monitora os lançamentos mundiais de embalagem em tempo real, o mercado brasileiro saiu do sexto lugar, em 2008, e passou a ocupar a quarta posição em 2009. Ainda no último ano, enquanto o mundo reduzia os lançamentos por causa da crise, o Brasil manteve o ritmo e chegou a ocupar o segundo lugar no ranking mundial.

O lançamento de embalagens acaba servindo como um termômetro para o desempenho do mercado. Segundo a pesquisa anual realizada pelo Comitê de Design da Associação Brasileira de Embalagem (Abre), mesmo com a crise, 51% das agências participantes atuaram em mais de 31 projetos no último ano.

Metade do faturamento vem de design de embalagens

O levantamento do Comitê de Design da Abre ouviu 35 das 38 agências participantes do Comitê de Design da Abre e teve como objetivo traçar e apresentar um panorama do mercado de Design de Embalagem no ano último ano. De acordo com a pesquisa, a maioria dos escritórios de design (70,3%) localiza-se no estado de São Paulo e 71% estão no mercado há mais de 10 anos. Deste total, 75% das agências trabalham com embalagens há mais de uma década.

Em 2009, metade do faturamento das agências de design veio de projetos feitos para embalagens. Ainda segundo o estudo, 77% dos trabalhos destinaram-se ao mercado brasileiro, enquanto 12,15% foram criados para a América Latina e 10,24% para o mercado Global. Estimativas da Abre indicam que, em média, 9,59% do faturamento das empresas é resultado de projetos de exportação.

Para Mauricio Speranzini, coordenador do Comitê de Design da Abre e diretor geral da Speranzini Design, o ano de 2010 será um período de retomada. “Como as empresas de design fazem projetos de inovação e renovação é preciso confiança da indústria para novos produtos e serviços. Neste sentido, a crise repercutiu nos negócios. Houve um momento de reflexão nos trabalhos”, diz em entrevista ao Mundo do Marketing.

Redesign de embalagens é maioria

Segundo Fabio Mestriner, Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM, Coordenador do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE e articulista do Mundo do Marketing, o projeto mais comum é o de redesign de embalagens. O especialista explica ainda que o design de uma embalagem deve ser atualizado pelo menos a cada dois anos, em média.

“Como o nosso mercado é muito dinâmico, se a embalagem fica igual por muito tempo, ela envelhece em relação ao seu entorno”, explica o especialista durante a entrevista ao Mundo do Marketing, lembrando que a regra não vale para produtos tradicionais “cujas embalagens evoluem mais lentamente”. Na hora de reformular uma embalagem, vale lembrar que os elementos fundamentais da identidade do produto devem ser conservados: a forma, a imagem e os elementos visuais de apoio.

Carlos Zardo, Diretor da Packing Design, concorda que a quantidade superior de projetos de redesign é uma consequência das necessidades do mercado. “Também trabalhamos em lançamentos, mas normalmente é comum ter mais redesign devido à necessidade de atualização e renovação das embalagens”, aponta em entrevista ao Mundo do Marketing.

Redesign de embalagem ganha forçaEm 2009, a Packing Design redesenhou as embalagens da linha de bebidas à base de soja Veg (foto), da Elegê, e da linha de curativos Nexcare, da 3M. Quem também reformulou suas embalagens recentemente foi a Miolo Wine Group. A empresa escolheu a agência B+G designers para redesenhar sua marca e renovar os rótulos das linhas Miolo Seleção (foto), Miolo Reserva e Miolo Family Vineyards com o intuito de modernizar a marca sem romper com a percepção de qualidade e tradição associada à antiga identidade visual.

Conhecimento sobre produto é fundamental

Não só o redesign como também o lançamento de embalagens está ligado à observação de tendências. Cada vez mais os consumidores apresentam necessidades diferentes e demandam produtos em embalagens adequadas para cada momento do dia a dia. Por isso, surgem as versões de produtos em embalagens econômicas, família ou para consumo individual. A tecnologia da embalagem viabiliza momentos e possibilidades diferentes de consumo.

Seja para o lançamento de embalagens como para o redesenho ou criação de edições limitadas, o conhecimento sobre o cliente é fundamental. “Para qualquer projeto é importante ter um briefing bem definido. A capacidade criativa fica por conta do designer, mas é importante entender o que o cliente quer para poder ser criativo”, aconselha Fernando Faria, Diretor Executivo da Pande Design, em entrevista ao site.

De acordo com Mestriner, da ESPM, um projeto de design de embalagem leva normalmente entre 40 e 60 dias, do briefing até as artes finais e implantação, passando por estudos de campo, planejamento, desenho, apresentação e refinamentos. No entanto, este processo pode variar de acordo com o projeto e, muitas vezes, não deve se restringir apenas à criação da embalagem.

Lançamento permite mais liberdade de criação

Hoje, o projeto de embalagem vem atrelado a uma série de serviços. “A embalagem é apenas o ponto de partida”, conta Luis Bartolomei, diretor da B+G designers. Exemplo disto é o trabalho realizado pela agência para a Kimberly-Clark. Além de criar a embalagem do papel higiênico Neve Naturali (foto), a B+G trabalhou na concepção do conceito, no nome do produto, em pesquisas com o consumidor, no redesenho da marca e na comunicação no ponto-de-venda. Tudo integrado em um mesmo projeto.

O mesmo aconteceu com a 100% Design, que redesenhou e reposicionou a linha de produtos Marilan (foto). Para isso, a agência desenvolveu toda a linha de embalagens da marca: um total de mais de 100 itens. O projeto teve início no começo de 2009 e ainda não foi totalmente concluído. O processo envolveu o conhecimento prévio da empresa e de todos os segmentos.

“Um produto novo dá mais liberdade. No redesenho é necessário se aprofundar bastante. Conhecer o cliente, entender suas necessidades, quais são suas expectativas, onde deseja chegar. Antes de criar, é um trabalho de estudo”, compara Lilian Chiofolo, diretora de criação da 100%Design, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Redesign deve priorizar história do produto

Por outro lado, no desenvolvimento de embalagens para a linha de cosméticos Maturi (foto), a 100% Design teve a chance de partir do zero para criar desde a marca até as suas embalagens. Para isso, a agência pesquisou o comportamento dos consumidores da terceira idade, público-alvo da marca, e entendeu suas necessidades. Por se tratar de um projeto menor, com apenas oito produtos, o processo levou cerca de quatro meses para ser concluído.

A principal diferença do redesenho de uma embalagem para o lançamento está na importância que se deve dar à história da marca. “Existe uma percepção já atribuída à marca ou ao produto na cabeça do consumidor. Não se pode simplesmente jogar fora tudo o que foi construído pela empresa. Ao contrário de um produto novo, em que normalmente se tem mais mobilidade para o desenvolvimento”, contrasta Zardo, da Packing Design.

Pensando assim, a Packing repaginou as embalagens de produtos da Primor (foto), como arroz, óleo, margarina e maionese, com foco nas festas juninas. A agência trabalhou ainda nas edições especiais da Kopenhagen para datas como Dia das Mães, das Crianças e Natal. Segundo Zardo, quando se trabalha uma edição limitada é importante comunicar a promoção sem deixar de lado a estética da marca. “Algumas características da embalagem geram a percepção do consumidor. Os itens devem respeitar os elementos da embalagem já existente para que o cliente identifique o produto”, exemplifica.

Embalagem como ferramenta de Marketing

As edições limitadas seguem o mesmo princípio da reformulação de embalagens, mas podem ser mais ousadas que as embalagens regulares. “Em caso de estarem ligadas a datas ou eventos promocionais, elas precisam obedecer a um calendário reverso para estarem a tempo no ponto-de-venda”, aconselha o especialista Fabio Mestriner.

Já as novas embalagens, diferente do que acontece com reformulações ou edições limitadas, têm como principal objetivo destacar-se na gôndola para chamarem a atenção dos consumidores. Para isso é necessário que se diferenciem das demais embalagens da categoria utilizando-se de cores e imagens.

Mas, quando um produto fracassa, é possível culpar a embalagem? Para Maurício Speranzini, do Comitê de Design da Abre, a embalagem é o princípio de tudo, mas existem outros fatores também essenciais para que o produto ganhe espaço no mercado. Para o sucesso de um lançamento é importante unir um produto de qualidade, uma embalagem adequada e uma relação de custo/benefício.

“Mais de 90% dos produtos em grandes supermercados não investem em mídia de massa. Isso faz com que a principal forma de comunicação seja a embalagem. Ela transmite conceitos, valores, informações, promove experimentação, comparação com outros produtos da mesma categoria e cria um relacionamento entre o produto e o consumidor”, ressalta Speranzini sobre o papel da embalagem.

“A embalagem pode ser utilizada como uma poderosa ferramenta de Marketing, inovando ou trazendo benefícios que o consumidor percebe. Basta que ela seja bem utilizada com esses objetivos”, complementa Mestriner.

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing em www.mundodomarketing.com.br


Com mais de 85 anos de história no Brasil, o fermento em pó Royal é sinônimo de categoria. Sua embalagem cilíndrica, com letras em branco, cor vermelha e receitas no verso conquistou um lugar especial nas cozinhas e nos corações dos brasileiros.

DESAFIO

  • Reinventar uma embalagem clássica e consagrada que teve apenas uma pequena transformação em 85 anos de história.
  • Rejuvenescer a marca, mantendo seus ícones visuais.
  • Aumentar a atratividade da embalagem na gôndola, destacando-a da concorrência.
  • Transformar a embalagem em algo funcional e de fácil manuseio.

SOLUÇÃO

  • A embalagem ganhou um design anatômico e moderno que salta no ponto-de-venda.
  • A tampa redonda e rosqueável também serve como um medidor equivalente a uma colher de sopa. O alargamento do bocal facilitou a pega do produto.
  • O novo formato destacou o logo tradicional do fermento Royal e trouxe movimento e modernidade à marca.
  • A imagem de fermento Royal no centro serve como vínculo da embalagem tradicional.
  • O visual preserva o ‘color code’ original.

redesign de Narita Design

Cliente: Kraft Foods

Fonte: www.naritadesign.com.br


Tampografia

21Jan10

É um processo de impressão por transferência indirecta de tinta, a partir de um cliché gravado em baixo relevo com o motivo a ser impresso, por um tampão (almofada) de silicone. Oferece a maior definição e precisão em traços de linhas finas, o que faz com que seja um processo muito versátil e utilizado para imprimir em superfícies cilíndricas, curvas ou planas, regulares ou irregulares. Aplicações típicas incluem brinquedos, relógios, aparelhos electrónicos, electrodomésticos, vidrarias, brindes e outros.

A Tampografia foi inventada no século XIX, pela corte inglesa. Com um sistema rudimentar de tampões em gelatina, para decorar as vasilhas da Rainha Vitória. Nos anos de 1950, se desenvolveu ao nível industrial, inicialmente com a decoração de relógios de pulsos suíços. Basicamente é um sistema de impressão que permite transferir figuras, palavras, desenhos, fotografias, etc. desde um baixo-relevo a uma superfície que pode ser bem plana ou bem irregular, como uma casca de noz, por exemplo. Pelo processo tampográfico é possível imprimir em qualquer superfície e material.

Sistema de tinteiro aberto:


A máquina trabalha com uma espátula que empurra a tinta para o cliché e quando retorna, raspa o excesso de tinta com uma lâmina, deixando apenas a tinta necessária à impressão nas áreas de baixo relevo do cliché. Depois desta passagem, o tampão de silicone desce até ao cliché, retirando a tinta e transferindo-a para a peça.

Sistema de tinteiro fechado:

Neste sistema as lâminas são substituídas por um reservatório de formato cilíndrico, onde é colocada a tinta. Esse reservatório encontra-se sobre o cliché. O trabalho de raspagem é feito pela própria borda do reservatório que é fabricada em cerâmica, dando-lhe resistência e durabilidade.

Após esta passagem, como no sistema aberto, a tinta que ficou nas áreas de baixo relevo do cliché é transferida através do tampão de silicone para a peça.

Qual a diferença entre serigrafia e tampografia?

Basicamente são sistemas de impressão que se complementam muito bem. A tampografia é muito utilizada atualmente para imprimir superfícies irregulares, onde seria difícil imprimir em serigrafia. Para a impressão de grandes áreas, é mais recomendada a serigrafia, assim como para fundos que necessitam de grande cobertura de tinta.

Quais as vantagens na tampografia?

  • Altíssima qualidade de impressão em grafismos e traços finos;
  • Possibilita impressões em superfícies irregulares, côncavas, convexas e em degraus;
  • Processo de impressão contínua, sem necessidade de constantes paragens para acerto na qualidade de impressão, permitindo uma elevada produção horária;
  • Índice mínimo de rejeição de peças, e com possível recuperação, ocasionando economia de material e ganho de produção;
  • Número extremamente elevado de impressões com o mesmo cliché, e possibilidade de impressão até 4 cores na mesma máquina.

Onde aplicar a impressão tampográfica?

A impressão TAMPOGRÁFICA pode ser realizada em peças compostas de termoplásticos, metais, vidros, madeiras, couro etc. Sendo utilizada na indústria elétrica, eletrónica, brinquedos, brindes em geral, embalagens, utensílios domésticos, peças técnicas (escala métrica, termómetro, instrumentos de medição, etc.), na indústria automobilística, óptica, calçados, enfeites, relógios e outros.

Assista o processo de gravação e revelação da matriz, a impressão tampografica manual

Fonte: portaldasartesgraficas.com


Ed Fella

21Jan10

Edward Fella (1938 -)

Nasceu em Detroit, onde praticou design durante 30 anos, de 1957 a 1986. Em 1987, conclui o mestrado em design pela Academia de Arte de Cranbrook, desde aí entrega o quadro de professores do Instituto de Artes da Califórnia.Em 1993 criou a Fellaparts, conjunto de 170 ilustrações aplicadas como caracteres, e a fonte OutWest para a empresa de design Emigre. Em 1997, recebe o prestigiado Prémio de Design Crysler. Em 1999, recebe o título honorário da Detroit College for Creative Studies, CCS. Em 2000, publica o seu primeiro livro intitulado “Letters on América”, que consiste numa colecção de fotos Polaroid. Em 2007, é nomeado para a lista de vencedores da Medalha de AIGA. Ed Fella trabalha também, para o Museu Nacional do Design e para o MOMA.

Fella opõe-se às regras, ao estético, não tem compromisso com a racionalidade nem lógica construtivista, é radical. Ed Fella como designer desconstrutivista, procura sempre uma nova estética e ideias diferentes que se oponham às que estão em prática. Essa busca constante começou na década de 80, o que faz dele um dos pioneiros, e mais importante ainda, um ícone no Design de Comunicação Desconstrutivista. As decomposições, descentralizações, descontinuidades e disjunções dos seus posters, das suas fontes e das suas ilustrações, são referência para muitos novos designers.

O futuro do design pertence aos meus alunos, e estou absolutamente à vontade com isso. Não tenho qualquer direito sobre o futuro. Vim de uma era do meio do século passado. Pratico design desde 1957. Não faz parte do meu papel criticar o que não compreendo. (Ed Fella)

Cartão de visita dele


www.edfella.com

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Hoje, mais do que nunca, a identidade visual de uma empresa é valorizada. É importante para uma empresa ou um site comunicar-se bem e ser bem vista. A principal maneira de reconhecer e se identificar com uma é o seu logo. Abaixo, mostramos erros comuns que você deve evitar se quiser criar um logotipo bem sucedido e profissional.

1. Design feito por um amador

Uma empresa profissional deve ter um visual profissional. Novos empresários, muitas vezes investem muito tempo e dinheiro em bens e equipamentos, mas não fazem o mesmo com seu logotipo. Aqui estão as razões mais comuns pelas quais muitos logos parecem amadores:

  • O empresário queria economizar dinheiro, projetando o logotipo com rapidez.
  • Um favor de algum amigo ou parente que afirma conhecer um pouco sobre design gráfico.
  • São encomendados com pessoas erradas.
  • Terceirizando o trabalho através de um design de sites diversos da concorrência, que são majoritariamente habitados por designers amadores.
  • O trabalho foi dado a uma empresa online que oferece logotipos realmente baratos.

Todas as opções acima podem levar a resultados desastrosos. Se o seu logotipo parecer amador, então assim será o seu negócio. Uma empresa deve saber onde procurar quando quer um novo logotipo. Aqui estão as vantagens de contratar um designer profissional para criar seus logotipos:

  • Seu logo será único e memorável.
  • Você não vai correr em quaisquer problemas na linha de reprodução com ele.
  • Seu logo terá uma vida útil mais longa e não precisa ser redesenhado dentro de alguns anos.
  • Seu logo vai ser profissional.

2. Prender-se demais às tendencias

Tendências (se brilhos, chanfros ou outros) vem e vão até que, finalmente, transformar-se em clichês. Um bem concebido logo deve ser atemporal, e isto pode ser conseguido ignorando os truques mais recentes. O maior clichê no projeto do logotipo é usar essas linhas em volta do logo. Como designer de um logo, seu trabalho é criar uma identidade única para o seu cliente, ignorando completamente, ou o máximo possível, as tendências no projeto do logo. O site Logolounge tem uma grande seção em que atualiza as tendências atuais de design de logotipo a cada ano. É importante conhecer a última “moda” , principalmente para que você possa evitá-las a todo custo.

3. Usar imagens rasterizadas

É prática comum a utilização de software de gráficos vetoriais, como o Adobe Illustrator ou Corel Draw na criação de logotipos. Uma imagem vetorial é composta de pontos matematicamente precisos, o que garante a consistência visual através de vários tamanhos. A alternativa, claro, é o uso de softwares gráficos rasterizados, como o Adobe Photoshop. Um gráfico bitmap é composta de pixels. Usar imagens rasterizadas para logotipos não é aconselhável porque pode causar problemas de reprodução. Enquanto o Photoshop é capaz de criar logos muito grande, você nunca sabe ao certo o quão grande você terá que reproduzir o seu logotipo em determinado momento. Se você aumenta o zoom ou o tamanho da imagem ele será exibido pixelizada, tornando-o inutilizável. Manter uma coerência visual do logotipo é essencial para uma empresa. As principais vantagens dos gráficos de vetor para o desenho da logomarca são:

  • O logotipo pode ser redimensionada em qualquer tamanho sem perder qualidade.
  • A edição do logotipo, mais tarde, é muito mais fácil.
  • Pode ser adaptado para outras mídias mais facilmente do que uma imagem raster.

4. Usar bancos de imagens na criação do logo

Este erro é geralmente feito por donos de empresas que projetam seu próprio logotipo ou por designers amadores que não possuem conhecimento sobre as leis de direitos autorais. Baixar imagens de Banco de vetores como vectorstock não é um crime, mas ele pode começar a ser um problema se você incorporá-lo em um logotipo. Um logotipo deve ser único e original. Há chances, se você estiver usando uma imagem do vetor destes sites, de outra pessoas no mundo também estar. Logo, a sua marca já não é única. Você pode muito facilmente detectar vetores prontos em logotipos porque eles geralmente possuem formas familiares, tais como globos e silhuetas.

5. Projetando a sua identidade no logo, no lugar da do cliente

A causa desse erro é geralmente o ego enorme do designer. Se você tiver encontrado uma nova fonte legal que você não pode esperar para usar em um projeto, bem… pense duas vezes antes de usá-la. Pergunte-se se essa fonte é realmente adequada para o negócio que você está projetando? Por exemplo, uma fonte tipográfica moderna grande que você acabou de se apaixonar pode não ser adequada para um negócio sério, como um escritório de advocacia. Alguns designers também cometem o erro de incluir uma marca em seu trabalho. Mesmo que você esteja orgulhoso pelo seu trabalho, impor a sua personalidade em um logotipo é errado. Fique focado nas necessidades do cliente!

6. Complexo demais!

Que melhor analogia para imagens em miniatura do que as impressões digitais? Você vai perceber os meandros de suas impressões digitais apenas quando olhar para elas realmente de perto. Assim que você se afasta, esses detalhes são perdidos. O mesmo é válido para logotipo altamente detalhados. Quando impressas em tamanhos pequenos, um projeto complexo irá perder seus detalhes, e em alguns casos, ficará semelhante a uma mancha, ou pior, a um erro. Quanto mais detalhes um logotipo tem, maior é o número de informações que o espectador deverá processar. Um logotipo deve ser memorável e uma das melhores maneiras para torná-lo memorável é a de manter a simplicidade. Olhe para a identidade corporativa da Nike, McDonald’s e da Apple. Cada empresa tem um ícone muito simples que pode facilmente ser reproduzido e identificado em qualquer tamanho.

7. Depender das cores para passar a mensagem

Sem cor, o seu grande projeto pode perder a sua identidade. Este é um erro muito comum. Alguns designers não podem esperar para adicionar cor a um projeto, e alguns dependem dele completamente. A escolha da cor deve ser a sua última decisão, sendo assim começar o seu trabalho em preto e branco é melhor. Cada proprietário do negócio terá de mostrar o seu logotipo em apenas uma cor pelo menos uma vez na vida, de modo que o designer deve testar para ver se isso afetaria a identidade do logotipo. Se você usar a cor para ajudar a distinguir determinados elementos no design, então o logotipo ficará completamente diferente em um tom.

8. Escolher fontes pobres

Quando se trata de finalização de um logotipo, a escolha da fonte correta é a decisão mais importante que um designer pode fazer. Uma falha por causa de uma má escolha da fonte pode ser desastroza, acabando com o trabalho (o nosso exemplo mostra a infame Comic Sans). Encontrar a fonte perfeita para seu projeto é achar o tipo de letra que combine com o estilo do ícone. Mas isto pode ser muito complicado. Se estiverem muito próximos, o ícone da fonte e vão competir uns com os outros pela atenção, se o contrário, muito distantes, então o espectador não sabe para onde olhar. A chave é encontrar o equilíbrio certo, em algum lugar no meio. Cada fonte tem uma personalidade. Se a fonte que você escolheu não reflete as características do logotipo, então toda a mensagem da marca será ignorada. Fontes ruins muitas vezes são escolhidas simplesmente porque essa decisão não é levada a sério.

9. Usar muitos tipos de fontes

Usando muitas fontes, é como tentar mostrar a alguém um álbum inteiro de uma vez. Cada tipo é diferente, e o espectador precisa de tempo para reconhecê-lo. Vendo muitos de uma só vez, irá se confundir. Usar um máximo de duas fontes de pesos diferentes é prática padrão. Limitar o número de fontes para este número aumenta significativamente a legibilidade de um projeto do logotipo e melhora o reconhecimento da marca.

10. Copiar logotipos

Este é o maior erro de um designer de logos de todos e, infelizmente, é cada vez mais comum. Conforme mencionado, o propósito de um logotipo é representar um negócio. Se ele tem a mesma aparência de alguém, ele não cumpriu a sua função. Ninguém ganha com a copia! Nem o cliente e muito menos o designer.

Fonte: jomarb.com


Você é twitteiro? mas sabe qual fonte foi usada no logo deles? aposto que não, mas o designer Leopoldo Moreira postou no blog dele as fontes usadas em logos bem famosos, vale a pena conferir, veja abaixo:

Twitter

Pico Alphabet (Modificada)

Digg

FFF Forward (Modificada)


Vimeo

Black Rose



YouTube

Alternate Gothic No. 2



Google

Catull BQ

Yahoo!

Yahoo Font



Bebo

Neuropol X Cond Bold (Modificada)

Skype

Helvetica Rounded Bold



Flickr

Frutiger Black


Last.fm

National (Modificada)

Linked in

Myriad Pro Bold



Technorati

Neo Sans Medium



Facebook

Klavika (Modificada)


A Peugeot anunciou semana passada, em Paris, a mudança de sua marca e a nova assinatura global: “Motion & Emotion”.

O tradicional leão da montadora se libertou do fundo azul, perdeu a língua e ganhou contornos em 3D. Compare abaixo a mudança:

Antigo

Novo

Agora ele está mais simples, perde a bandeira azul e ganha três dimensões.

O primeiro modelo da Peugeot a receber o novo logo será o RCZ, com lançamento no mercado europeu previsto para o primeiro semestre deste ano. Já para o Brasil a fabricante estuda trazer esse veículo futuramente.

Comparando

Este é um daqueles casos em que nem a versão, velho ou novo, é melhor ou pior. Estruturalmente, ambos são aceitáveis, cada um com seus próprios méritos: As pernas da frente do antigo eram mais fortes e mais ameaçadora, a postura do novo é mais para a frente, a língua de antigo parecia de uma serpente, o patas de um novo olhar, como se eles pertencem a um ursinho de pelúcia. Visalmente, o novo é bastante agressivo, com representações muito complexo de profundidade e brilho, enquanto que o antigo tinha conseguido transmitir volume com uma única mudança de sombra. Língua de lado, do antigo era um forte ícone. A tipografia é agora mais fina e estendida, e nem a mudança é para melhor. O “P” e o “O” é mais esticado, com alto contraste, como nos segmentos verticais e horizontais de espessura fina. A assimétrica “U” não é muito agradável, quer, e ao arredondamento do canto inferior esquerdo da letra “E” é desnecessário. O único personagem redentora em todos é a “G” se eu tivesse a força de algum tipo de elogio. A nova tipografia, se estrategicamente de propósito ou não, é uma reminiscência da Citroën, de propriedade da mesma sociedade, a PSA Peugeot Citroën. Globalmente, esta nova identidade é apenas mais um numa longa fila de entregas dos mesmos dois elementos e que provavelmente será alterado na outra dúzia de anos.

(www.underconsideration.com)

Veja a evolção da marca


Achei super bacana este site de tipografia, clique na imagem abaixo e navegue no site:

ou acesse www.dailytype.ru


A escolha da cor errada quando fazemos um logotipo, pode ser um tiro no próprio pé e designer que não sabe o mínimo de psicologia da cor, não é designer. É preciso insitar cada sentido possível na criação de um trabalho, seja ele subliminar ou não!

Abaixo seguem alguns bons exemplos de aplicação da teoria, juntamente com o significado de cada uma.

VERMELHO

Ação, aventura, agressividade, sangue, perigo, energia, excitação, amor, paixão, força e vigor.

Esta é uma cor quente intensa, muito usada para demonstrar conflito de emoções tal como o amor e a paixão. Esta cor normalmente afeta a pressão sanguínea e a fome, por isso é muito usada para incitar emoções fortes ou a vontade de comer.

Red Bull: 1987 – Designer desconhecido

Red Bull fez um ótimo uso do vermelho, já que se trata de uma bebida energética, embasada por slogans como “Red Bull te dá asas!”. Com um detalhe análogo de amarelo ao fundo, a paleta de cores fica completa.

ROSA

Apreciação, delicadeza, feminilidade, floral, gentileza, gratitude, inocencia, romantismo, leveza e tranquilidade.

O Rosa é a cor mais feminina de todas, pois esta cor nos tras a sensação de delicadeza e inocencia. É uma cor suavizada do vermelho e expressa a visão das garotinhas, balas de goma e doces. Comumente associada a causas feministas ou que levem a bandeira feminista, tais como a luta contra o câncer de mama.

Barbie: 1959 – Designer desconhecido

Neste caso do logo da Barbie, é perfeita a utilização da cor, já que a boneca destina-se a garotinhas. A letra manuscrita reforça o fato, já que parece escrito por uma menininha.

LARANJA

Criatividade, alegria, entusiasmo, diversão, alta espiritualização e juventude.

Lembrando que o laranja é feito da junção de amarelo com vermelho e pode representar atributos de ambas as cores. O laranja é menos intenso que o vermelho, o que representa a jovialidade, também usado para mostrar divertimento, alegria e estimular o apetite.

Nickelodeon: 1984 – Tom Corey, Fred/Alan Inc., Scott Nash

O laranja foi uma escolha perfeita para a Nickelodeon que tem a maioria de sua audiência, composta por crianças. O laranja é divetido, puro e jovial, o que representa também a grade de programação do canal. A tipografia divertida e o fundo composto por pingos de tinta, só reforçam o conceito de diversão.

AMARELO

Cuidado, gratidão, covardia, curiosidade, felicidade, aflição, alegria, positividade, energia solar e aquecimento.

Como o vermelho, o amarelo pode ter mensagens conflitantes. O amarelo é claro e bem visivel, por isso é tão usado no transito e estradas, em contraponto com a paisagem. Em logotipos, ele é comumente usado para designar atenção, criar alegria e aquecimento.

McDonald’s: 1962 – Jim Schindler

Todos nós sabemos do sucesso da franquia Mc Donald´s e seus arcos formando o M, além é claro, de seu slogam “I´m lovin´it”. O logo usa paleta de cores análogas, assim como Red Bull, a diferença é que neste você tem predominancia de amarelo, já que o foco principal são as crianças, diversão e felicidade. O vermelho funciona bem como estimulador de fome e aumento da pressão sanguínea como consequência. Graças a esta combinação, muitos outros logos de redes de alimentos passaram a utilizar esta paleta, com sucesso.

VERDE

Ambientel, ecológico, frescor, calma, harmonia, saúde, inexperiência, dinheiro, natureza e tranquilidade.

O verde representa a vida na maioria de suas aplicações. É uma cor muito agradável e neutra, podendo ser considerada em alguns casos quente e em outros fria. Graças a estas propriedades e a representação de natureza, muitas empresas tem usado esta cor.

Animal Planet: 2008 – Dunning Eley Jones

Escolha perfeita para um canal focado na natureza e nos animais. Muitos não gostam deste logo e ele tem alguma polêmica por tras, mas todos tem que concordar que as variações de verde funcionam muito bem para esta empresa, representando os tons de uma floresta.

AZUL

Autoridade, calma, confidência, dignidade, estabilidade, lealdade, poder, sucesso, segurança e confiabilidade.

Esta é a cor mais usada em logotipos e definitivamente a cor das companias de automóveis e tecnologia, por passar a ideia de confiabilidade com segurança. Muitos logos políticos também andam utilizando variações de azul por suas propriedades.

IBM: 1972 – Paul Rand

O azul da IBM representa uma empresa estável, segura e confiável. No Rebrand de Paul Rand ele acrescentou 8 cortes horizontais nas letras, para mostrar dinamismo e velocidade. Mesmo que hoje a IBM não utilize mais este tom de azul, ele ainda é marca forte em sua logomarca.

ROXO

Cerimônia, alto valor, fantasia, justiça, mistério, notoriedade, realeza, sofisticação e espiritualidade.

O roxo é uma combinação de vermelho e azul trazendo características de ambas as cores mas com força de realeza ou luxúria. É amplamente usado em muitos logos de lojas de produtos finos.

Hallmark: Designer desconhecido

O slogam do Hallmark é “Quando você se importa o suficiente para mandar o melhor.”, nada mais perfeito do que usar o roxo em sua logomarca, para mostrar este sofisticação e realeza, que fica ainda mais reforçado pela coroa estilizada no topo.

MARROM

Calma, profundidade, terra, natureza, rascunho, riqueza, simplicidade, seriosidade, submissão, cacau, café, utilidade e madeiramento.

Muito usado em logos relacionados a construção ou empresas relacionadas a natureza e seus produtos. É uma cor mais quente, mas no sentido de aconchego.

UPS: 1961 – Paul Rand e 2003 – FutureBrand

UPS usa o marrom como forma de se diferenciar de seus concorrentes (USPS e FedEx). O primeiro logo era um tanto quanto sem graça usando apenas o marrom, mas em 2003 com o rebrand e a adção de laranja na composição, trouxe mais sofisticação, mais credibilidade.

PRETO

Autoridade, rigidez, classico, conservador, formalidade, mistério, seriosidade e tradição.

Preto é tecnicamente a absorção de todas as cores. Por conta disso ele representa a autoridade, rigidez, elegância e tradição. Pode ser encontrado em muitos logos com simplicidade e sofisticação.

James Bond 007: Designer desconhecido (© 1962 Danjaq, LLC e United Artists Corporation)

Qual o agente mais elegante, sério e sofisticado do mundo? Pois é, seu logo é todo preto, até para demonstrar o mistério em torno de um agente secreto e funciona muito bem.

CINZA

Autoridade, mentalidade corporativa, humildade, praticidade, respeito, estabilidade, humilhação e neutralidade.

Cinza é um tom entre branco e preto, decorrente disso ele mistura de ambos, está em um ponto entre as dualiades como o bem e o mal, normalmente ele vem acompanhado de outra cor, já que combina com a maioria por ser uma cor mais neutra.


Cristais Swarovski: Designer desconhecido

O logo da luxúriosa marca Swarovski é todo feito em cinza para representar os cristais e strasses da marca, que são predominantemente cinzas ou prateados, mas neste caso também foi aplicado para representar respeito e autoridade, que são consequências da história de conquistas da marca que já tem mais de 100 anos.

BRANCO

Limpeza, inocência, paz, pureza, refinamento, esterilidade, simplicidade, confiabilidade e rendimento.

Branco é universalmente a cor da paz e da pureza, mas cuidado, em culturas como as orientais, o branco representa a morte e deve ser evitado. Muito usado em logos com jogos de negativo/positivo, ou com textos reversos.

Girl Scouts: 1978 – Saul Bass

Embora o verde predomine neste logo, ele faz ótimo uso de espaços negativos em branco, formando o contorno da face das moças. A combinação toda e o jogo de positivo/negativo, passam uma imagem de pureza e inocência.

CONCLUSÃO

Assim como o grafismo e a fonte, a cor é algo muito importante em um logotipo, já que normalmente toda a identidade da empresa vai variar das cores do logo, o que pode ser um sucesso ou um desastre. O uso consciente e inteligente das cores só tende a agregar ainda mais valor e endossar a mensagem que se quer passar. Existem hoje vários sites na internet, como o Kuler, para escolher combinações adequadas não somente para logos, mas para qualquer projeto. Portanto, experimente, estude melhor cada cor e faça uso conciente delas e terá sucesso na certa.

Fonte e imagens: www.designontherocks.com.br


Xerox

A empresa começou há mais de 100 anos, em 1906, como a Haloid, que fabricava equipamentos e papéis fotográficos. Em 1938, Chester Carlson inventou uma tecnologia batizada de electrophotography, renomeada mais tarde de xerography. O inventor foi, então, até a Haloid, que desenvolveu a primeira fotocopiadora do mundo, a Haloid Xerox 914. O sucesso foi tanto que o ‘Haloid’ caiu do nome, e a empresa passou a se chamar somente Xerox.

Nortel

Em 1895, a Bell Telephone Company, do Canadá, desistiu de seus negócios de alarmes e outros hardwares para se tornar a empresa Northern Electric and Manufacturing Company, que começou fabricando gramofones. Em 1976, seu nome mudou para Northern Telecom e, em 1995, se tornou a Nortel Networks.

Nokia

Criada em 1865 por Knut Fredik Idestam, a Nokia recebeu este nome após se mudar para as proximidades do rio Nokiavirta, na cidade de Nokia. Em finlandês, Nokia é o nome do mamífero fuinha. A atual Nokia é resultante de uma fusão entre a Finnish Rubber Works, a Nokia Wood Mill e a Finnish Cable Works, em 1967. Antes do enfoque em celulares, a Nokia já fabricou papéis, sapatos, TVs e até bicicletas.

Mozilla Firefox

O Firefox foi, a princípio, chamado de Phoenix. Mais tarde, o batismo foi de Firebird. Ambos tiveram problemas com marcas já existentes e, então, foi nomeado definitivamente para Mozilla Firefox. Em 2003, a empresa convidou um designer para criar o atual logo.

Motorola

Criada por Paul Gavin, a empresa foi inicialmente chamada de Galvin Manufacturing Corporation, e fabricava rádios para carros. Após batizar a empresa de Motorola em 1947, a partir de 1980 teve início a comercialização de celulares. O ‘M’ característico foi criado em 1955, e significa os planos de liderança da empresa.

Microsoft

A primeira parceria entre Bill Gates e Paul Allen que, juntos, usaram a linguagem BASIC para criar um computador pessoal, resultou no nome Micro-Soft. Mais tarde o hífen foi abandonado, e em 1977 a Microsoft se tornou, oficialmente, uma empresa. A partir daí, apareceram mais duas versões do logo – uma com destaque para a letra ‘O’ e a outra mais parecida com o logo de hoje.

LG

A LG começou como duas empresas: a Lucky Chemical Industrial e a GoldStar – das áreas de cosméticos e eletrônicos, respectivamente. Em 1995, a Lucky GoldStar mudou seu nome – e logo – para LG Electronics.

IBM

Em 1911, a International Time Recording Company (ITR) se uniu à Computing Scale Company, formando a Computing-Tabulating-Recording Company, precursora da IBM. Em 1924, a empresa adotou o nome International Business Machines. Apenas a partir de 1947, contudo, um logo parecido com o que é conhecido hoje – e também evoluiu – foi adotado.

Google

Desde que o gigante de buscas nasceu, em 1998, seus fundadores Larry Page e Sergey Brin passaram por uma ligeira crise existencial quanto ao logo definitivo para o Google que, felizmente, durou apenas cerca de um ano – em 1999, o design foi definido.

Canon

O logo de 1934 foi usado só em câmeras feitas para testes. Um ano depois, o logo foi registrado como marca. Em 1953, a Canon unificou o logo para ficar mais balanceado e, em 1956, a empresa chegou ao logo final.

Apple

O primeiro logo da Apple, à esquerda, é de 1976, e mostra nada menos que o Isaac Newton sentado debaixo de um pé de maçã. O design é de Ronald Wayne que, junto a Steve Wozniak e Steve Jobs, fundou a Apple. Pessimistas quanto à má sorte que o logo trazia às vendas, a dupla mudou para a maçã – que de colorida passou à atual prateada.

Adobe Systems

Em 1982, os programadores John Warnock e Charles Geschke largaram seu cargo na Xerox para criar a Adobe. No intuito de economizar dinheiro, a responsável pelo primeiro logo da empresa foi Marva Warnock, esposa de um dos fundadores.

Fonte:  idgnow.uol.com.br